Category Archives: fome

Fome no mundo em crescendo

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[Hunger Graphs]

via Remisso

The number of hungry people is UP this year and expected to pass 1 BILLION for the first time in human history.

  • 1.02 billion people do not have enough to eat – more than the populations of USA, Canada and the European Union;
    (Source: FAO news release, 19 June 2009)
  • The number of undernourished people in the world increased by 75 million in 2007 and 40 million in 2008, largely due to higher food prices;
    (Source: FAO news release, 9 Dec 2008)
  • More than 60 percent of chronically hungry people are women;
    (Source: The State of Food Insecurity in the World, FAO, 2006)
  • 65 percent  of the world’s hungry live in only seven countries: India, China, the Democratic Republic of Congo, Bangladesh, Indonesia, Pakistan and Ethiopia.
    (Source: The State of Food Insecurity in the World, FAO, 2008)

[Hunger Stats]

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Agricultura biológica é o melhor para África e para o mundo

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Um importante relatório publicado no final do ano passado pela United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD) e pela United Nations Environment Programme (UNEP) é conclusivo a afirmar que a produção da agrícultura biológica e de pequena escala é a melhor maneira de combater a fome em África. O principal responsável pela UNEP diz ainda que o contributo da agricultura biológica para alimentar o mundo pode ser potencialmente muito maior. Quando práticas agrícolas sustentáveis são implementadas há efectivamente um aumento significativo na produção e os custos também baixam porque deixa de haver despesas com os produtos sintéticos. Estamos também a falar de melhorias no meio ambiente a nível da fertilidade dos solos, gestão da água, controlo de inundações e preservação da biodiversidade. Perante estes factos é irónico que a agricultura biológica seja considerada por muitos como um luxo ocidental.

“Organic agriculture can increase agricultural productivity and can raise incomes with low-cost, locally available and appropriate technologies, without causing environmental damage. Furthermore, evidence shows that organic agriculture can build up natural resources, strengthen communities and improve human capacity, thus improving food security by addressing many different causal factors simultaneously.”

Mais 75 milhões de famintos em 2007 em relação a 2003-05

«O relatório da FAO “The State of Food Insecurity in the World 2008”, publicado no passado dia 9 de Dezembro, revela que o número de pessoas com fome crónica aumentou em 75 milhões no ano de 2007, em relação aos dados de 2003-05, provocando a subida dos subnutridos para os 923 milhões: estima-se que em 2009 este número irá ultrapassar os mil milhões. 65% dos subnutridos de todo o mundo vivem em apenas 7 países: Índia, China, Congo, Bangladesh, Indonésia, Paquistão e Etiópia. Na África sub-sahariana, 1 em cada 3 pessoas passam fome crónica.»

no Esquerda.Net, via Remisso

Vale a pena ler todo o artigo, principalmente a parte final que destaca as recomendações da FAO sobre como agir com este problema. Terminar a especulação financeira, acabar com o monopólio da propriedade privada da terra, das sementes, da água, devolvendo-as às comunidades, auto-suficiência alimentar, acabar com os biocombustíveis, acabar com os monopólios dos agro-negócios, etc. etc. etc. Ou seja, tudo o que já se sabe há imenso tempo mas não se faz, e o problema vai-se agravando debaixo dos nossos narizes. À acção dos responsáveis directos, mas também à indiferença e ao comodismo generalizados, eu chamo de extremismo, de fundamentalismo, de terrorismo, de barbárie.

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Fome

A ler

… el 16 de octubre, se celebró el Día Mundial de la Alimentación. El Observatorio Hunger Watch sacó a la luz un nuevo informe, “El hambre estacional”, donde la ONG Acción contra el Hambre propone acciones para luchar contra la desnutrición aguda severa que sufren 19 millones de niños. Incluiría el tratamiento nutricional completo de cada menor y la ayuda a la producción local del alimento terapéutico necesario, llamado Ready To Use Therapeutic Food (RUTF). Algo difícil parece, con un costo imposible de asumir a los estados, pero, según estudios de la ONG la cantidad total no sería superior a los 3.049 millones de euros.

retirado de Red Prensa Rural