José Correia Pires, um anarquista no Tarrafal

Irene Pimentel escreve no Caminhos da Memória sobre o anarquista José Correia Pires, combatente antifascista que passou pelas prisões do regime incluindo o Tarrafal.

“O fracasso da «greve geral revolucionária de 18 de Janeiro de 1934», em que participaram conjuntamente anarquistas, republicanos, «reviralhistas» e comunistas marcou o ocaso em Portugal do movimento anarco-sindicalista, desmantelado pela repressão e sem capacidade para sobreviver em condições de clandestinidade. Depois, outras memórias hegemónicas atiraram os anarquistas portugueses para o esquecimento, de onde também devem ser retirados. Este caso é só um entre muitos.”

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